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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Publicidade audiovisual

Para quem não se conseguiu decidir, deixo exemplos de alguma da melhor publicidade que se faz por cá.

Respondam às questões seguintes:
Qual o produto/ideia/comportamento ou serviço que se publicita?
Que imagens apresenta e o que elas suscitam em nós?
Que valores/ideias-chave propõe?
Qual é, então, o público alvo a quem o anúncio se dirige?
Que consclusão retiram?



Exemplo de um anúncio premiado de Publicidade Institucional (contra a SIDA)
 

 
 
Exemplo de vários anúncios todos pertencentes à mesma campanha publicitária
 




 

 
 
 
 



A publicidade

Com o desenvolvimento da imprensa escrita, as facilidades de edição tipográfica e, no século XX, o aparecimento da rádio, da televisão e, no final de século, da internet, a publicidade ganhou uma crescente importância.
 
Aqui podes ver algumas imagens de antigos anúncios.


1. Um anúncio publicitário deve obedecer aos seguintes aspectos:


ATENÇÃO INTERESSE DESEJO MEMORIZAÇÃO ACÇÃO
A Atenção - captar a atenção do público-alvo, normalmente pelo grafismo ou pela mensagem
O Interesse - despertar o interesse, a curiosidade em conhecer o produto ou campanha
O Desejo - criar o desejo de possuir o produto ou aderir a uma campanha
A Memorização - memorizar o produto, a marca, o slogan ou a mensagem publicitária
A Acção - levar o consumidor a um comportamento (compra, adesão a uma campanha…)

2. Deve ser constituído por:
Um SLOGAN – texto original, breve, com uma linguagem simples que facilite a sua retenção na memória
Uma IMAGEM- de preferência a cores, para despertar a atenção.
Um TEXTO DE ARGUMENTAÇÃO – complementar ao slogan, explicitando mais detalhadamente o produto a promover.
Um SÍMBOLO DA MARCA do produto

3. O texto publicitário tem como objectivo primordial persuadir e incentivar o consumo.
Para isso serve-se de vários recursos:
- Aliteração
- Onomatopeia
- Rima
- Repetição
- Abundância de ajectivos
- Função apelativa: uso do imperativo; do vocativo; do infinito e do conjuntivo com valor imperativo




In: Língua Portuguesahttp://linguaportuguesa9ano.wordpress.com/2010/01/21/676/consultado em 28 de setembro de 2012.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Boas vindas ao 2º ano

Vamos fazer juntos mais esta viagem - um ano de trabalhos e alegrias, que gostaria muito que vocês aproveitassem ao máximo.


Para começar deixo ligação para os principais jornais portugueses - http://noticias.sapo.pt/banca/ -  e um 1º texto dos "media" para reflexão.

1. Lê
2. Retira as inofrmações principais para o caderno
3. Elaboar um resumo
Editorial

Defender o ambiente é ato de cidadania

As considerações ambientais, enquanto elemento constitutivo essencial para a saída da crise, desapareceram do discurso político. Não se vislumbra uma ação política deliberada no ataque aos persistentes problemas ambientais que nos cercam. A crise teve um primeiro efeito positivo: tal como se deu uma forte contração do défice externo (devido à quebra da procura interna e, por via dela, das importações), também é expectável o cumprimento das metas de Quioto previstas para Portugal (devido ao desempenho negativo economia). Mas mal o País saia da crise, volta a crescer o défice externo e, bem assim, a fatura energética.

Entre o ramo descendente da conjuntura económica e o seu relançamento não há notícia de uma reflexão de fundo e uma mudança de prioridades que incorporem mais ecologia no crescimento do produto, criando maior eficiência energética, combatendo a redução de terras férteis em favor de uma urbanização desregrada, gerindo a água como bem escasso, descarbonizando as indústrias, o comércio e os transportes. Se tudo isto se estivesse a fazer de uma forma harmónica, haveria mais equidade na austeridade, a crise recairia menos sobre os ombros dos mais fracos e o futuro seria mais sustentável.
Nada disto constitui novidade: desde 2005 que existe uma Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentável, que muito poucos conhecem em detalhe e que nunca foi debatida pelos representantes do povo português - os deputados. É urgente reabrir esse debate. Para tanto, é necessário que a sociedade civil exerça maior pressão sobre os políticos, levando-os a concertar soluções sustentadas pela ciência para aumentar a base alimentar do País, a independência energética baseada em fontes renováveis, e num nível de eficiência maior, e um ordenamento prudente do território. Sem esse maior empenhamento cívico, nada de substancial mudará.
 

In Diário de Notícias, 22 de fevereiro de 2012, disponível em http://www.dn.pt/inicio/opiniao/editorial.aspx?content_id=2320501, acedido em 23 de fevereiro de 2011.

Nota: destaques não existentes no texto original.